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Cresce venda de seguro para riscos modernos

A contratação de seguros para “riscos modernos” tem levado um público diferente para os escritórios de corretores. É gente interessada em se precaver contra a perda e furto de equipamentos que passaram a ser comuns dentro das mochilas das mais variadas classes sociais, como smartphones, tablets e laptops.

De acordo com corretores, para se contratar seguros para computadores de mão ou celular, o custo é de aproximadamente 10% do valor do bem, ou seja, o seguro de um palmtop de R$ 2,5 mil sai por R$ 250.

O vendedor de loja Alexandre Romero, 19 anos, se arrepende de não ter pedido um seguro junto com o presente de aniversário que ganhou no fim do ano passado. Recentemente esqueceu seu smartphone iPhone no banco do ônibus. Um prejuízo de aproximadamente R$ 1,2 mil. Em termos práticos, quase duas vezes o seu salário líquido.

“Duro vai ser convencer meu pai a comprar outro”, afirma o garoto que, desde então, passou a andar com um telefone celular barato.

Mas nesses riscos do mundo moderno, tem se tornado comum também a contratação de seguros que reembolsam a vítima com saques indevidos em caixas eletrônicos ou perda do cartão de crédito – aliás, são até oferecidos pelas operadoras e bancos. Ou ainda para reembolso de gastos com ligações feitas a partir de um celular roubado.

Na pele /Muitas pessoas famosas já declararam que seguraram partes do corpo. Esse tipo de serviço é chamado seguro específico, ou acidentes pessoais majorado. A atriz Cláudia Raia, por exemplo, segurou suas pernas, O apresentador Cid Moreira, fez um seguro para sua voz.

“Esse tipo de seguro não é tão caro como parece e essa modalidade permite que a pessoa escolha quatro órgãos ou membros pelo qual quer ser indenizado em caso de acidente”, explica o corretor Adilson Gonçalves Dias.

Outro tipo de seguro pouco comum, mas bem diferente a quem está acostumado a segurar apenas o carro novo, é o de animais, muito usado por criadores. Cobre doenças, descargas elétricas e ataques de outros animais e acidentes.

E vale a pena. O seguro de um boi ou um cavalo que custe R$ 100 mil custa 4% do valor do animal. Na hora do prejuízo sai quase de graça.

Nos negócios O seguro de lucros cessantes é voltado para empresas. Neste caso, a apólice cobre despesas em caso de paralisação total ou parcial, no giro ou movimento de negócios.

Já o seguro educação garante o ensino dos filhos se o responsável faltar, seja por morte ou invalidez.

Para quem tem medo de ficar doente, o seguro saúde é pago assim que é feito o diagnóstico da doença. Há modalidades como cobertura para doenças do coração e outra para doenças graves em geral, até o seguro que cobre qualquer tipo de câncer.

Existe ainda o seguro de responsabilidade civil, muito comum entre médicos e dentistas. O profissional fica resguardado em caso de acidentes que causam danos ao paciente. O seguro cobre perdas financeiras, prejuízos, custos judiciais, entre outros.

Dono de automóvel é melhor cliente

O seguro mais contratado, segundo as empresas corretoras, é o de automóveis. “As pessoas se preocupam em repor o bem que compram, e levam em conta as estatísticas de roubo, furto e acidentes registrados no Brasil para adquirir esse serviço”, explica o corretor Adilson Gonçalves Dias. “Hoje em dia aquele motorista que não tem seguro é até mesmo criticado entre amigos e parentes por não se precaver contra crimes.”

E é justamente por causa da quantidade de roubos e furtos de automóveis, que este serviço tem tanta variação nas cotações. O mesmo carro, se cadastrado em um endereço em Jundiaí pode variar até R$ 1 mil se o motorista indicar Jarinu como moradia, por exemplo.

Quando se fala em motos, há corretoras que não aceitam nem cotar. “Os índices apontam que alguns modelos são muito visados, por isso não compensa fazer o contrato de seguro”, diz a corretora Márcia Castelli.

Bem insubstituível / Um outro tipo de seguro, não tão procurado no mercado, é o de vida. “A gente sabe que a vida de um ser humano não tem preço, mas diante de algum problema, as famílias podem estar seguradas e ter alguma garantia de suporte financeiro”, afirma o corretor Marcel Pacheco.

O empresário Maurício Fabri não esperou que algo acontecesse para adquirir um seguro. Desde que comprou seu veículo sempre teve seguro de auto, mas no ano passado adquiriu um de vida.

“Tive essa iniciativa porque comecei a viajar demais a trabalho, e fiquei com medo de acontecer alguma coisa. Achei importante este seguro porque o valor não é caro. E pelo menos é um dinheiro para a família pagar eventuais despesas.”

Fonte: Diário de SP

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