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Seguro marca presença após os primeiros socorros

Papel social do seguro e espírito de equipe refletem em solidariedade em situações de crise, demonstram executivos de seguradoras que ofereceram atendimentos durante a tragédia no Japão
 
O terremoto e o tsunami que devastaram o Japão em 11 de março de 2011, além do desastre nuclear, completaram um ano. Enquanto o país prossegue com a reconstrução, a tragédia apresenta algumas lições para a comunidade global.
 
A Marsh, por exemplo, dedica no seu relatório de Riscos Globais 2012 uma seção para as lições obtidas com a tragédia. Dentre elas estão a importância da flexibilidade e resiliência em estruturas de resposta, a forma como a cooperação militar tornou mais fácil trabalhar conjuntamente as ações de socorro e a necessidade de compartilhar a responsabilidade com toda a sociedade, em vez de esperar pelo setor público.
 
No entanto, a tragédia mostra para a sociedade a relevância da indústria seguradora. É senso comum entre os executivos de seguradoras de origem japonesa que o desastre reafirmou a razão de ser de uma companhia de seguros e o seu compromisso social.
 
Hélio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros, define a atuação de todos durante e após a catástrofe como uma lição de solidariedade e superação.
 
De acordo com ele,  as tragédias e catástrofes naturais mostram cada mais o papel social das seguradoras, dada a importância de minimizar os impactos sofridos. Afinal, ‘o seguro simboliza a esperança do recomeço e da continuidade’.
 
O executivo da Mitsui cita a atuação da matriz da seguradora no Japão como um verdadeiro exemplo, com medidas imediatas e totalmente pró-ativas, que fizeram toda a diferença para os clientes que passaram pelo abalo triplo. "Em vez de aguardar os clientes reclamarem o sinistro, a  MSGI foi até os clientes. Dos 98,5% dos sinistros indenizados, 80% deles já haviam sido indenizados em um mês", conta.
 
As ações pontuais e ágeis das seguradoras que possuiam segurados nas regiões atingidas foram determinantes para auxiliar o atendimento e, muitas vezes, nos primeiros socorros.
 
"Para minimizar o desgaste dos segurados, nós, da Tokio Marine, fizemos a regulação dos sinistros por imagens, baseados nas informações de satélite. Também reconhecemos claramente o valor de nossos colaboradores, que no momento da crise nos auxiliaram para que pudéssemos manter nossa qualidade operacional e atender nossos clientes e parceiros", relata Akira Harashima, presidente da Tokio Marine  Seguradora.
 
Alguns meses após o ocorrido, a Tokio Marine & Nichido Fire Insurance, no Japão, compilou relatos de sua experiência com a catástrofe e preparou uma publicação, que foi replicada pela subsidiária brasileira com o título “Contribuição Hoje, Esperança para Amanhã”.
 
“Em uma tragédia, não temos como reparar o dano emocional das pessoas, mas é importante ajudá-las a obter o respeito e a dignidade de volta, permitir a reconstrução financeira, viabilizar a manutenção dos locais atingidos e possibilitar o restabelecimento da atividade econômica”, descreve Harashima.
 
Como o mercado de seguros está intimamente ligado e sente as consequências dos eventos catastróficos, uma mudança de pensamento tem ocorrido no setor. "Depois dos primeiros socorros, somos nós que entramos em ação e isto significa estar presente na vida das pessoas. Esta é a nossa razão de existir", define Kinoshita.
 
É sob essa ótica, segundo ele, que é importante o preparo para oferecer um atendimento humanizado. "Acredito que cada vez mais os profissionais e as seguradoras estejam se conscientizando e colocando isso em prática", completa.

Fonte: Site Segs
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