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Mulheres estão mais preocupadas com futuro, mas ainda ganham menos

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, três estudos fornecem o perfil médio da mulher contemporânea, apontando suas maiores preocupações e problemas reais.
 
De acordo com estudo que a Brasilprev Seguros e Previdência, feito a partir da sua base de mais de 1,4 milhão de clientes, as mulheres estão cada vez mais preocupadas com seu futuro financeiro, demonstrando visão de longo prazo. A análise levou em consideração os clientes que possuem produtos PGBL e VGBL em todo o Brasil (mais de 1,1 milhão de pessoas), sendo que deste montante pouco mais de 500 mil são do sexo feminino. A pesquisa apontou que a participação das investidoras na base de clientes da Brasilprev saltou três pontos percentuais em cinco anos, já que passou de 43%, em 2006, para 46%, em 2011.
 
O levantamento mostra, ainda, o crescimento nas vendas entre o público do sexo feminino, assim como o valor que elas aportam, em média, nos planos que mantêm na companhia. Enquanto em 2006 43,7% das vendas novas eram feitas para mulheres, no final de 2011, eram de 46,4%. O tíquete médio delas era de R$ 155, há cinco anos; no ano passado, o valor saltou para R$ 240. Já entre os homens foram respectivamente R$ 188 e R$ 276. A questão é que o tíquete entre as investidoras em 2006 era 21% menor que o deles; em 2011, essa distância foi reduzida, caindo para 15%. Ou seja, elas tiveram um crescimento da quantia investida.
 
Apoio financeiro
 
Um estudo da MetLife, baseado nas respostas de 1.060 mulheres, a partir de uma pesquisa on-line feita com americanos entre 21 e 65 anos, entre 29 de junho e 20 de julho de 2011, identifica uma tendência, que parece ser universal entre as mulheres, do desejo de poder dar mais em termos financeiros para seus filhos ou netos. É uma constatação de quase oito em dez mulheres de todas as gerações.
 
Da mesma forma, as mulheres de todas as idades concordam fortemente que precisam preparar-se para sua aposentadoria para não ter que depender mais tarde dos membros da família: 89% dos Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964), 88% da Geração X (nascidos entre 1965 e 1976) e 84% da Geração Y (nascidos entre 1977 e 1990).
 
Os Boomers dão muita importância à autossuficiência e são mais propensos que as outras gerações a afirmar que estão financeiramente seguros. Eles são 60% contra 47% da Geração X e 50% da Geração Y. Se fosse dada a opção entre gastar dinheiro para desfrutar a aposentadoria versus economizar com o propósito de deixar uma herança, tanto os Boomers (73%) como a Geração X (69%) estão mais propensos que a Geração Y (54%) em concordar com a primeira opção.
 
Aproximadamente metade das mulheres sente que tem uma responsabilidade muito forte, e quase que absoluta, de dar apoio financeiro para a educação dos filhos. Entretanto, a Geração Y está significativamente mais propensa a dar este apoio como relatado por 57% das mulheres, comparado com 51% da Geração X e 45% dos Boomers.
 
Os relatos das mulheres da Geração X é que, à medida que as mulheres envelhecem, elas afirmam que já fizeram sua parte com seus filhos e que chegou a hora de se concentrarem nas suas próprias necessidades, tanto em relação à aproveitar a vida como em termos de independência.
 
O forte desejo de ajudar os filhos financeiramente não se estende necessariamente aos netos. Apenas 8% das mulheres da geração Boomers sentem a responsabilidade de ajudar na educação dos netos. Entretanto, o sentimento de responsabilidade com a educação dos netos está crescendo: 15% da Geração Y e 13% da Geração X dizem que dar apoio à educação dos netos é uma de suas responsabilidades.
 
Salário menor
 
O rendimento das trabalhadores continua inferior ao recebido pelos homens. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira, em 2011 as mulheres receberam, em média, 72,3% do salário recebido pelos trabalhadores do sexo masculino - proporção que se mantém inalterada desde 2009.
 
De acordo com o estudo, a jornada de trabalho das mulheres, por outro lado, é menor que a dos homens. No ano passado, as mulheres trabalharam, em média, 39,2 horas semanais contra 43,4 dos homens - uma diferença de 4,2 horas. A entidade diz que 4,8% das que estavam ocupadas em 2011 gostariam de aumentar sua jornada semanal.
 
De acordo com o estudo, a presença feminina foi maioria na administração pública (22,6% contra 10,5% de homens) em 2011. s atividades que mais absorveram a mão de obra feminina, em relação a 2003, foram o comércio (de 38,2% para 42,6%) e os serviços prestados às empresas (de 37,3% para 42,0%), segundo o IBGE. O estudo diz ainda que nos serviços domésticos, ainda que a população ocupada esteja diminuindo (de 7,6% em 2003 para 6,9% em 2011), permanece o predomínio neste setor da mão de obra feminina (94,8%). O IBGE diz que esse percentual é idêntico ao registrado em 2003.
 
O estudo mostra que a diferença da inserção entre homens e mulheres no mercado de trabalho foi reduzida em 2011: as mulheres aumentaram a participação em todas as formas de ocupação. Em 2003, a proporção de homens com carteira assinada no setor privado era de 62,3%, enquanto a das mulheres era de 37,7% - uma diferença de 24,7 pontos percentuais. Em 2011, essas proporções foram de 59,6% e de 40,4%, fazendo com que essa diferença diminuísse para 19,1 pontos percentuais. No entanto, o IBGE informa que o maior crescimento de participação feminina foi observado no emprego sem carteira no setor privado (36,5% em 2003 para 40,5% em 2011).

Fonte: Site Segs
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