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Usuários reforçam proteção contra roubo de senhas

Por Bruna Cortez | De São Paulo

Fotos de amigos em férias, comentários e as famosas "cutucadas" continuam a ser, majoritariamente, o que movimenta as redes sociais. Mas aos poucos, os sites de relacionamento vêm ganhando outras finalidades, que vão além do entretenimento. Um estudo da Federação do Comércio (Fecomercio) mostrou que 25% dos entrevistados usam as redes sociais para comprar pela internet.

"É um mecanismo muito recente, que tende a ganhar força", disse Kelly Carvalho, uma das responsáveis pela pesquisa realizada pela Fecomercio. Para o estudo, foram ouvidas mil pessoas ao longo de maio.

Entre as pessoas que disseram não usar as redes sociais para fazer compras on-line, apenas 18% afirmaram que utilizariam esse canal para adquirir algum produto na web. De acordo com Kelly, esse percentual é baixo porque a maioria das pessoas ainda está pouco familiarizada e tem receio de usar os sites de relacionamento para fazer compras.

Não por acaso, questões relacionadas à segurança têm se tornado uma preocupação mais frequente entre os internautas. Segundo o estudo da Fecomercio, 79% dos entrevistados usam algum tipo de programa de proteção contra roubo de senhas, fraudes ou invasões no computador, um avanço em relação a 2011, quando o percentual era de 76%. "Quem já 'caiu' em algum tipo de golpe redobra os cuidados para não repetir o erro", afirmou Kelly.

Esses cuidados, entretanto, não têm sido suficientes para barrar a ação de criminosos, especialmente em ações relacionadas a compras pela internet. A clonagem de cartões de crédito e débito continua no topo do ranking de crimes eletrônicos mais comuns. De acordo com a Fecomercio, essa modalidade representa atualmente 21% das ações de criminosos digitais, ante 7% no ano passado.

Grande parte do crescimento da clonagem de cartões, porém, é consequência do próprio aumento do volume de transações realizadas via internet, segundo Kelly. No primeiro semestre deste ano, o comércio eletrônico movimentou R$ 10,2 bilhões, de acordo com a consultoria e-bit, especializada no setor. A cifra representa um aumento de 21% em relação aos seis primeiros meses de 2011. Hoje, o Brasil tem 37,6 milhões de consumidores na web, segundo a e-bit.

Mesmo quem já foi vítima de algum golpe virtual não está disposto a deixar de comprar pela web. Segundo a e-bit, 72% dessas pessoas continuam a usar a internet para adquirir produtos.

Fonte: Valor Econômico
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